Quando a carteira cresce, o trabalho não precisa crescer na mesma proporção. O agente cuida das etapas repetitivas, desde a leitura do e-mail até a conferência do lançamento no ERP, e encaminha para a equipe apenas o que exige análise ou decisão. Na prática, as pessoas deixam de perder tempo digitando informações e passam a conferir o que realmente importa.
Quem entra na chamada é quem projeta e implanta. A gente escolhe um processo e mede o custo dele com o seu dado, e se não couber projeto a gente fala isso na hora.
Na sua operação, a gente começa medindo duas coisas: quanto da fila de dúvidas repetidas o agente resolve sem passar por uma pessoa e quanto ele apenas acelera o trabalho de quem atende. O resto continua com a sua equipe, e a gente mostra exatamente quais assuntos ficam de fora.
Resultado de um cliente nosso. Fonte: o registro de atendimentos e a composição do time, em fevereiro e em maio de 2026. São dois retratos da mesma operação, e a gente não atribui a diferença inteira ao agente: no mesmo período o cliente mexeu em outras coisas. O que dá para afirmar é que a carteira cresceu sem o time crescer junto. Não publicamos o nome dos nossos clientes nem o segmento em que atuam, por acordo de confidencialidade.
O salário é só parte da conta. Entram encargos, férias, décimo terceiro, provisão de rescisão e hora extra, mais computador, mesa e cadeira. Multiplique pelo tamanho do seu time.
Depois que o agente assume o processo, a fila para de crescer junto com a carteira. E some aquela hora extra do fim do mês para zerar o que ficou para trás.
Tem cliente que parou de repor quem saía. Tem cliente que puxou gente para venda e retenção. O que fazer com a capacidade que sobra a gente não decide nem opina, só entrega o número que comprova que ela sobrou.
Esta lista é técnica. A gente já viu projeto aprovado travar por causa de licença de banco depois do contrato assinado, e prefere descobrir isso na primeira conversa.
Automação por robô de tela a gente não faz. Quebra na primeira atualização de layout do ERP, e o problema passa a ser dos dois lados.
Um processo fechado, com começo e fim definidos antes de alguém escrever a primeira linha. Cada cartão termina dizendo o que o agente não faz, porque é isso que costuma decidir a contratação.
Não paga e não movimenta dinheiro. A senha do banco continua com quem sempre teve.
Atualiza cadastros no dia a dia. Não decide admissão nem desligamento — o irreversível fica pra você aprovar.
Não atende telefone. Cancelamento e desconto continuam com uma pessoa.
Achar a informação é a parte fácil. O que muda o número da sua operação é o que vem depois. Alguém ainda precisa lançar aquilo no sistema, com o documento anexado, e avisar quem aprova.
A lista do que ele não faz fica escrita na proposta, e é ela que o seu jurídico vai ler.
Existem duas formas comuns de comprar isso hoje, e as duas têm o mesmo defeito: a conta nunca para de correr. A nossa é uma terceira.
Não cobramos por usuário, por agente ativo nem por atendimento resolvido.
A primeira se responde com o que já está escrito. Na segunda a resposta está no cadastro daquele cliente, e alguém precisa abrir o sistema e olhar.
Esse tipo de pergunta se resolve com a documentação bem indexada. Se a sua fila for quase toda assim, a gente diz isso na chamada em vez de vender projeto maior do que o seu caso pede.
Não existe documento que responda. Alguém precisa abrir o sistema e olhar, e é isso que o agente faz antes de responder.
A gente responde as mesmas perguntas que a sua equipe já respondeu, e você compara linha por linha. É assim que a gente prefere ser avaliado, porque é onde a diferença entre uma resposta de manual e uma resposta que consultou o seu sistema fica visível.
Você não precisa trocar o seu helpdesk. Se já existe um, o agente entra atrás dele e pega o que ele devolve sem resolver. Trocar ferramenta de atendimento no meio de um projeto de automação só cria um problema a mais.
Ninguém solta agente respondendo cliente no primeiro dia. Nas primeiras semanas ele trabalha para dentro, e quem responde continua sendo a sua equipe.
Na documentação que vocês já têm. Quando a pergunta depende do cadastro daquele cliente, ele consulta o sistema.
Junto com o trecho de onde tirou aquilo, e com o quanto ele está seguro da resposta.
Quem fala com o cliente continua sendo gente. O agente não publica nada sozinho nessa fase.
No fim de algumas semanas dá para dizer em que assunto ele acerta quase sempre e em que assunto ele erra.
Um de cada vez, com o número na frente. O resto continua com a sua equipe, e a gente diz quais são.
É o que impede aquele caso clássico: alguém corrige um artigo e três respostas que estavam certas começam a sair erradas sem ninguém perceber.
O gestor de suporte não perde o controle em momento nenhum. É ele quem decide qual assunto sai do modo assistido, com a taxa de acerto daquele assunto na frente. E qualquer um volta para o modo assistido no dia em que o número piorar.
| Etapa | O que acontece |
|---|---|
| Histórico | Analisamos os chamados encerrados e separamos os assuntos por volume |
| Escolha | Vocês escolhem uma categoria de baixo risco, com a nossa recomendação junto |
| Assistido | O agente entra naquela categoria sugerindo resposta, sem falar com o cliente |
| Medição | Taxa de acerto do agente e quanto o time precisou corrigir. Reabertura e escalonamento indevido também entram |
| Relatório | O agente ao lado da sua equipe na mesma pergunta, com o que sobra de capacidade e em quais assuntos dá para soltar |
| Decisão | Vocês decidem se amplia, com o número medido na sua operação |
Escopo fechado e prazo definido na proposta. Se o relatório mostrar que não compensa ampliar, o piloto termina ali, e vocês ficam com o levantamento.
O agente roda dentro do ambiente que vocês já usam e controlam. Isso resolve sozinho a maior parte do que costuma preocupar quem assina.
É o mesmo prazo do resultado que está no topo desta página.
Medimos quantas vezes o processo roda por mês e quanto ele custa hoje.
Fica escrito o que o agente assume e o que continua com pessoas.
Entra em um processo só. O que ele aprende vem do histórico que a sua equipe já produziu.
Quem faz o trabalho hoje aprende a corrigir o agente e a ampliar o que ele resolve. Querendo tirar do ar, tira.
Uma pessoa confere cada saída antes de valer, até o número parar de melhorar.
Vocês ficam com a instalação funcionando e com o manual de operação. Vale inclusive se o contrato encerrar.
Todas essas já rodam em produção.



Dentro da sua casa. O agente roda no ambiente que a sua empresa já usa e controla, e não copia a sua base para um sistema nosso.
O acesso ao e-mail é autorizado pelo administrador do Microsoft 365 ou do Google Workspace, sem ninguém entregar senha, e pode ser revogado por vocês a qualquer momento.
Da sua empresa, pelo preço de tabela do fornecedor, sem margem embutida por nós. Você recebe a estimativa de consumo antes de assinar.
Ninguém revende inteligência artificial aqui. A gente cobra pelo projeto e pela sustentação.
Ele erra, como qualquer processo novo. Por isso ele nunca dá a palavra final onde é irreversível: mover dinheiro no banco e desligar pessoas ficam sempre com você. Ele faz o trabalho — atualiza cadastros, prepara cobranças, emite documentos e marca a divergência — e entrega pra sua revisão ou aprovação.
Cada coisa que ele faz fica registrada com o documento anexado como evidência. Quando erra, você vê exatamente onde, a regra é corrigida e ele para de errar naquilo. Nas primeiras semanas alguém do seu time confere cada saída antes de valer.
Alguém do seu time, nas etapas que vocês definirem no escopo. O padrão é o agente deixar o lançamento pronto e pendente de aprovação, e a aprovação continua sendo um clique de gente.
Depois que o número estabiliza, vocês decidem quais tipos de lançamento passam direto e quais continuam exigindo clique. Essa escolha é de vocês, e ela cabe no contrato.
No diagnóstico a gente conta quantas vezes o processo roda por mês e quanto tempo ele consome hoje, com o dado que sai do seu sistema. Esse é o número de partida.
Depois da implantação, o mesmo levantamento é refeito do mesmo jeito. A diferença entre os dois é o resultado, e esse número sai do seu sistema.
Pelo que roda mais vezes e depende menos de julgamento. Na maioria das empresas cai na conferência de boleto ou na entrada de nota fiscal. Nos dois o volume é alto e a regra quase não muda.
O que decide é a quantidade de vezes que o processo se repete igual, e não a sofisticação dele. Isso a gente descobre na chamada, olhando a sua operação.
Ajuda muito, e adianta boa parte do caminho. Mas entre o documento pronto e a resposta certa ainda existe trabalho: recortar, indexar, definir quem pode ver o quê e medir se a resposta bateu com o que estava escrito.
O que costuma travar é a contradição, e não o formato. Quando dois arquivos dizem coisas diferentes sobre a mesma configuração, o agente escolhe um dos dois e erra metade das vezes. Achar essas divergências é parte do nosso trabalho, e a gente devolve a lista para vocês decidirem qual versão vale.
Vocês ficam com a instalação funcionando, e com o manual de operação junto. A equipe de vocês já mexe nela sozinha bem antes disso, então nada para no dia em que a gente sai.
É proposital. Cliente preso não renova por estar satisfeito, renova por não ter para onde ir, e esse tipo de contrato não interessa para a gente.
Sem slide de institucional e sem proposta pronta na gaveta.
Fazendo sentido para os dois lados, o passo seguinte é o escopo escrito.